| Imagem: Reprodução/Almanaque dos Sentidos |
Quem viu o primeiro Robocop, lançado em 1987, vai encontrar na nova versão de José Padilha um protagonista bem diferente. Se naquele ano conhecemos um Alex Murphy que havia sido morto por criminosos e revivido na máquina super poderosa da Omni Consumer Products, 27 anos depois o policial sofre uma tentativa de homicídio que o deixa somente com a cabeça e uma mão, mas vivo. Talvez seja esta, então, a maior mudança do novo filme: a humanização do herói.