sexta-feira, 23 de novembro de 2012
Dica do Dia
Beginners (Toda Forma de Amor, 2010) é um filme dirigido por Mike Mills e estrelado por Ewan McGregor, Christopher Plummer, Mélanie Laurent e Goran Visnjic. Ele conta a história de Hal, um homem de 75 anos que, após a morte da esposa, resolve assumir sua homossexualidade ao filho, Oliver. Após mudar completamente sua vida, arrumar um namorado bem mais jovem e ter um novo círculo de amigos, Hal morre de câncer. Só uma curiosidade: a película é baseada na vida do próprio diretor.
A produção não segue uma ordem cronológica; ela nos mostra três momentos diferentes das vidas de Hal e Oliver: infância de Oliver (passada especialmente com sua infeliz mãe), período em que Hal assume ser gay até sua morte cinco anos depois, e momento em que Oliver conhece Anna, alguns meses depois da morte do pai.
Beginners é um longa interessante. Primeiramente porque o diretor compartilha com o público a sua história, algo bem ousado, ainda mais por não ser uma história que acontece todos os dias; em segundo lugar, pois vemos como que a vida de uma pessoa muda depois que ela resolve ser quem ela realmente é. Hal, no caso, passou mais de 40 anos casado com uma mulher, a qual sabia de sua preferência sexual, e tinha uma vida sexualmente ativa em banheiros masculinos. Depois que "saiu do armário", mesmo idoso e com problemas de saúde, podemos ver como sua vida foi mais feliz.
Já no lado de Oliver, vemos a morte de seu pai influenciar bastante sua vida e decisões que toma, principalmente no que diz respeito a Anna, atriz francesa com quem começa uma relação complexa, mas que acaba dando certo por terem uma grande afinidade.
Por que Beginners? Porque Hal e Oliver são praticamente iniciantes no que fazem. Hal começa uma vida nova, do zero, ao revelar-se homossexual e viver tudo o que não viveu enquanto era casado, enquanto Oliver tenta reinventar-se depois de passar os últimos anos adaptando-se a rotina de festas do pai e cuidando de sua saúde.
Tem bastante amor no longa e não apenas de casais, mas também entre pai e filho e cachorro e, no caso do filme, seus donos; bonito, vale a pena assistir!
quinta-feira, 22 de novembro de 2012
Saiba mais sobre Now You See Me
Now You See Me (2013) é um filme dirigido pelo francês Louis Leterrier (Carga Explosiva, Fúria de Titãs, O Incrível Hulk) e estrelado por um elenco renomado: Jesse Eisenberg, Morgan Freeman, Mark Ruffalo, Isla Fisher, Woody Harrelson, Dave Franco, Mélanie Laurent e Michael Caine.
A película conta a história de um quarteto de grandes ilusionistas, mais conhecido como The Four Horsemen, que começa a ser investigado pelo FBI. Por quê? Em suas performances, eles roubam uma série de corruptos, enviando os mesmos a cofres de bancos e, em um passe de mágica, dão todo o dinheiro deles às plateias dos espetáculos. Legal demais, né? São uma espécie de Robin Wood do século XXI.
O problema dessa perseguição é que a polícia está lidando com ilusionistas, digamos, extraordinários, ou seja, não vai ser fácil descobrir o segredo das ações deles. Promete exigir bastante atenção do público, que se não ficar atento aos detalhes, vai ficar perdido no roteiro. Com certeza Leterrier vai enganar muitas pessoas nos cinemas!
Vejam abaixo o trailer:
quarta-feira, 21 de novembro de 2012
Conheça o projeto Rio, Eu Te Amo
Vocês conhecem o projeto Rio, Eu Te Amo? Trata-se de um projeto a ser lançado em 2014, ano de Copa do Mundo - coincidência? -, seguindo os mesmos passos de Paris, Je t'aime (2006) e New York, I Love You (2009).
Serão dez histórias de amor, cujo cenário obviamente é a cidade maravilhosa, cada uma com um diretor e elenco específicos; tanto brasileiros quanto estrangeiros.
Além de promover ações e eventos que declaram amor ao Rio, o projeto está realizando um concurso de curtas, que premiará o melhor com um contrato de trabalho com a Conspiração, exibição da película na première de Rio, Eu Te Amo, e inclusão do mesmo no DvD oficial do longa. Legal demais, né?
Acompanhem o andamento do projeto no site
http://www.rioeuteamo.net
terça-feira, 20 de novembro de 2012
Trilha do Dia
Conhecida pelo nome "Hedwig's Theme", a composição de John Williams tornou-se um hino para os fãs de Harry Potter. A faixa apareceu pela primeira vez no filme Harry Potter e a Pedra Filosofal e, mesmo após o músico não ter trabalhado nas trilhas de todas produções seguintes, a canção virou o tema oficial da série de J.K Rowling.
O talento de Williams é indiscutível. Ele não só compôs para Harry Potter, mas também Star Wars, Tubarão, E.T, O Resgate do Soldado Ryan, A Lista de Schindler, O Patriota, Esqueceram de Mim, entre outros mais; a lista é enooorme e inesquecível. Em outras palavras, é um dos maiores compositores da história.
O que tem de tão marcante em "Hedwig's Theme"? Desde a primeira vez que tocou, em 2001, até a última vez, em 2011, a faixa emocionou e até hoje o faz. É só perguntar pra qualquer um que a escuta: do que você lembra quando escuta esse som? A resposta será Harry Potter.
Assim como a história do livro, a canção traz toda a magia do mundo fictício de Harry, Rony, Hermione, Dumbledore, Snape, Voldemort e cia; é impressionante como Williams conseguiu traduzir o conteúdo da escritora inglesa para a música. Desde a primeira nota do piano, passando pelo violino, harpa e instrumentos de sopro, reconhecemos na melodia o mundo mágico do bruxo, repleto de suspense, perigo, desafios e amor.
Assistam abaixo uma performance do tema oficial de Harry Potter:
segunda-feira, 19 de novembro de 2012
Dica do Dia
Philadelphia (Filadélfia, 1993) é um filme estrelado por Tom Hanks e Denzel Washington e dirigido por Jonathan Demme (O Silêncio dos Inocentes, Sob o Domínio do Mal, O Casamento de Rachel). Ele conta a história de um advogado homossexual, Andrew Beckett, que é demitido após a firma em que trabalha descobrir que ele tem o vírus HIV. Buscando justiça, ele, depois de nove rejeições, consegue contratar um advogado homofóbico, Joe Miller, para defender sua causa no tribunal.
Sim, o filme tem uma trama bem complexa e discute questões que até hoje são polêmicas na sociedade: homossexualidade e AIDS. No cenário da película então, quase 20 anos atrás, o cenário era ainda mais crítico, principalmente por tratar-se de uma sociedade bastante conservadora e com falta de informação.
Além de atuações sensacionais de Hanks e Washington, Filadélfia conquista pela forma com que o roteiro nos comove e nos faz sentir na pele de Andy, um homem querido e reconhecido pelo seu trabalho, mas que de uma hora pra outra vê sua vida virar de cabeça pra baixo ao ficar desempregado e sofrer preconceito por quem está à sua volta devido a seu problema de saúde.
O mais bonito do filme é a forma com que ele, mesmo vendo sua condição piorar com o passar do tempo, sem resposta aos medicamentos, não desiste e enfrenta sua causa no tribunal; com apoio incondicional de sua família, namorado, amigos e do próprio advogado, Andy faz a diferença.
Tom Hanks ganhou o Oscar de Melhor Ator em 1994 e Bruce Springsteen o de Melhor Canção Original, por "Streets Of Philadelphia". Um filme pra vocês verem antes de morrer, sem dúvidas. E se emocionarem, é claro.
domingo, 18 de novembro de 2012
Trilha do Dia
Presente no terceiro álbum de estúdio do Sixpence None The Richer, "Kiss Me" é uma canção que ganhou repercussão internacional em 1999, no filme Ela é Demais, estrelado por Freddie Prinze Jr e Rachel Leigh Cook. É um dos maiores hits do grupo norte-americano e um hino do mundo pop até hoje.
O final dos anos 90 e começo dos anos 2000 foi o auge dos filmes teen, com histórias cujos cenários eram a vida de jovens, sempre recheadas de romance, comédia e um amor impossível que no final quase sempre dava certo. A receita era a mesma, mas funcionou durante muito tempo; eu adorava!
No caso de Ela é Demais, temos a história de um garoto popular, Zach (Prinze Jr), que, após ser largado pela namorada, aceita o seguinte desafio de um amigo: encontrar uma menina qualquer da escola e transformá-la em rainha do baile em apenas seis semanas. A escolhida é Laney (Cook), uma aluna pouco popular, apaixonada por arte.
Alguma dúvida sobre o final da película? Roteiro previsível, pouco criativo, mas você se diverte enquanto assiste. Ela arrecadou mais de $ 100 milhões, sendo que o orçamento foi dez vezes menos. Está de bom tamanho, né?
Enfim, ouçam abaixo "Kiss Me". Aviso: é beeem melosa. Se você não curte músicas extremamente românticas, não aconselho. Já você que curte, vai se apaixonar.
O final dos anos 90 e começo dos anos 2000 foi o auge dos filmes teen, com histórias cujos cenários eram a vida de jovens, sempre recheadas de romance, comédia e um amor impossível que no final quase sempre dava certo. A receita era a mesma, mas funcionou durante muito tempo; eu adorava!
No caso de Ela é Demais, temos a história de um garoto popular, Zach (Prinze Jr), que, após ser largado pela namorada, aceita o seguinte desafio de um amigo: encontrar uma menina qualquer da escola e transformá-la em rainha do baile em apenas seis semanas. A escolhida é Laney (Cook), uma aluna pouco popular, apaixonada por arte.
Alguma dúvida sobre o final da película? Roteiro previsível, pouco criativo, mas você se diverte enquanto assiste. Ela arrecadou mais de $ 100 milhões, sendo que o orçamento foi dez vezes menos. Está de bom tamanho, né?
Enfim, ouçam abaixo "Kiss Me". Aviso: é beeem melosa. Se você não curte músicas extremamente românticas, não aconselho. Já você que curte, vai se apaixonar.
Resenha: Skyfall
Admito que o que me motivou a assistir Skyfall, o novo filme do 007, foi, primeiramente, a música tema, composta por Adele e Paul Epworth. Assim que a ouvi me apaixonei na hora pela melodia e letra, que trazem todo o suspense e complexidade do agente e da série. Só após isso que eu pesquisei mais sobre a película e descobri mais razões pela assisti-la: Javier Bardem e Ralph Fiennes. E pouco depois li críticas mega positivas sobre Skyfall, o que foi um empurrãozinho a mais.
Dirigido por Sam Mendes (Beleza Americana, Estrada Para Perdição, Foi Apenas um Sonho), o filme conta mais uma vez com Daniel Craig como James Bond e Judi Dench como M., sua fiel chefe. Na produção que marca os 50 anos da série, Bond morre e ressurge, mas não retorna como o perfeito agente que uma vez foi. Com apoio de M., ele vai ter que enfrentar um inimigo que não somente ameaça a inteligência britânica e sua equipe de agentes; ele procura vingança contra M., devido uma traição ocorrida no passado.
Antes de começar a crítica, não posso deixar de falar sobre a abertura fenomenal da produção de Mendes. Ao som de "Skyfall", vemos uma animação que vai desde o momento em que James cai do alto de um trem direto em um rio, passando por alguns personagens e cenários que fazem parte do filme. Foram quatro minutos que valeram a pena curtir até o pontapé do roteiro.
Nas pouco mais de duas horas no cinema, é difícil distrair-se em Skyfall. São, como sempre, muitas cenas de ação - algumas sacadas demais, como de praxe, fazendo a plateia rir certas vezes - e de grandes diálogos, especialmente o primeiro de Bond e o vilão Silva, interpretado de forma brilhante por Bardem. Ele tem um tom sarcástico e divertido, que me lembrou um pouco o Coringa de Heath Ledger. Queria mais cenas do tipo no filme; acho que o público teria se deliciado ainda mais.
Apesar de não aparecer bastante como o trio protagonista Craig, Bardem e Dench, Fiennes fez um bom trabalho como Gareth Mallory, novo presidente do Intelligence and Security Committee. Ainda veremos ele nos próximos filmes do agente 007, portanto, espero que com papéis de mais destaque, pois ele é um ator sensacional.
Vejam abaixo o trailer de Skyfall, que até agora já arrecadou cerca de $ 586 milhões no mundo todo, sendo que ainda está em seu segundo fim de semana nos EUA.
Dirigido por Sam Mendes (Beleza Americana, Estrada Para Perdição, Foi Apenas um Sonho), o filme conta mais uma vez com Daniel Craig como James Bond e Judi Dench como M., sua fiel chefe. Na produção que marca os 50 anos da série, Bond morre e ressurge, mas não retorna como o perfeito agente que uma vez foi. Com apoio de M., ele vai ter que enfrentar um inimigo que não somente ameaça a inteligência britânica e sua equipe de agentes; ele procura vingança contra M., devido uma traição ocorrida no passado.
Antes de começar a crítica, não posso deixar de falar sobre a abertura fenomenal da produção de Mendes. Ao som de "Skyfall", vemos uma animação que vai desde o momento em que James cai do alto de um trem direto em um rio, passando por alguns personagens e cenários que fazem parte do filme. Foram quatro minutos que valeram a pena curtir até o pontapé do roteiro.
Nas pouco mais de duas horas no cinema, é difícil distrair-se em Skyfall. São, como sempre, muitas cenas de ação - algumas sacadas demais, como de praxe, fazendo a plateia rir certas vezes - e de grandes diálogos, especialmente o primeiro de Bond e o vilão Silva, interpretado de forma brilhante por Bardem. Ele tem um tom sarcástico e divertido, que me lembrou um pouco o Coringa de Heath Ledger. Queria mais cenas do tipo no filme; acho que o público teria se deliciado ainda mais.
Apesar de não aparecer bastante como o trio protagonista Craig, Bardem e Dench, Fiennes fez um bom trabalho como Gareth Mallory, novo presidente do Intelligence and Security Committee. Ainda veremos ele nos próximos filmes do agente 007, portanto, espero que com papéis de mais destaque, pois ele é um ator sensacional.
Vejam abaixo o trailer de Skyfall, que até agora já arrecadou cerca de $ 586 milhões no mundo todo, sendo que ainda está em seu segundo fim de semana nos EUA.
Assinar:
Postagens (Atom)




